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Acadêmicas do Curso de Medicina do UniSALESIANO desenvolveram, por meio de iniciação científica, um fluxograma clínico com identificação de “red flags” O projeto foi apresentado no 21º Encontro Anual da International Myeloma Society, realizado no Rio de Janeiro, em 2024, e recebeu certificado do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) do UniSALESIANO como trabalho destaque do ano de 2025.

Acadêmicas do Curso de Medicina do UniSALESIANO desenvolveram, por meio de iniciação científica, um fluxograma clínico com identificação de “red flags” O projeto foi apresentado no 21º Encontro Anual da International Myeloma Society, realizado no Rio de Janeiro, em 2024, e recebeu certificado do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) do UniSALESIANO como trabalho destaque do ano de 2025.

 

(UniSALESIANO, Araçatuba) – Acadêmicas do Curso de Medicina do UniSALESIANO desenvolveram, por meio de iniciação científica, um fluxograma clínico com identificação de “red flags” — sinais de alerta para o mieloma múltiplo — com o objetivo de auxiliar médicos da atenção básica no reconhecimento precoce da doença e na condução adequada desses pacientes dentro da rede de saúde.

 

A ferramenta foi estruturada para facilitar o encaminhamento correto, reduzir atrasos no diagnóstico e contribuir para que o tratamento seja iniciado em tempo oportuno. A proposta também reforça o cumprimento das chamadas Leis dos 30 e 60 dias, que estabelecem prazos máximos para a realização do diagnóstico e o início do tratamento oncológico no Sistema Único de Saúde (SUS).

 

O trabalho foi desenvolvido pelas acadêmicas Ana Julia Rodrigues Freitas, Isadora Barbom, Maria Eduarda Pagliari Martins, Lívia Rodrigues Augusto Blanco e Mariah Linhares Delaim, sob orientação do médico hematologista e docente do Curso de Medicina do UniSALESIANO, Dr. Wolney Gois Barreto.

 

A pesquisa servirá de base para a criação de um modelo estruturado de navegação oncológica voltado a pacientes com mieloma múltiplo, com foco no acompanhamento desde o diagnóstico até o início e a continuidade do tratamento, garantindo acesso adequado a exames, consultas e terapias.

 

ENFERMEIRA

Um dos pilares da proposta é a atuação da enfermeira navegadora, profissional que atua como elo entre o paciente e o sistema de saúde, identificando necessidades individuais, orientando sobre cada etapa do cuidado e reduzindo obstáculos ao longo do processo.

 

O projeto foi apresentado no 21º Encontro Anual da International Myeloma Society, realizado no Rio de Janeiro, em 2024, e recebeu certificado do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) do UniSALESIANO como trabalho destaque do ano de 2025.

 

De acordo com o médico Wolney, a expectativa é que a iniciativa tenha continuidade no município, com novos grupos de iniciação científica dando sequência ao projeto e colaborando para sua futura implementação prática na região.

 

 

Postado por: Monique Bueno de Oliveira